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20:30 Encontro com Deus
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Encontro com Deus Dias 12 à 14 de Abril de 2019 Local: Guararema/SP Formas de Pagamento: Depósito/transferência – valor de R$  Banco Itaú AG: 0474-0 C/C: 002954-8 Fav.: Igreja Apostólica Corpo de Cristo CNPJ: 11.129.156/0001-93[...]
Palavra
O perfil dos 144

I Pedro 2: 1 a 6

Este texto de I Pedro 1 a 6 mostra o perfil dos 144. A Visão é uma construção feita por Deus, as pedras desta edificação são pedras humanas (pedras vivas versículo 5).

A revelação de Ap. 21:12: E tinha um grande e alto muro com doze portas, e nas portas doze anjos, e nomes escritos sobre elas, que são os nomes das doze tribos dos filhos de Israel,”mostra que esta edificação tem como modelo e base espiritual o modelo dos 12.

Onde os 12 são os fundamentos (alicerces) e a 2ª Geração (os 144) são as muralhas desta cidade celestial (a nova Jerusalém). Eles são portas de acesso, eles são o muro que contem e mantem a multidão.

A terceira Geração está representada por pedras preciosas incrustadas na muralha (o que representa riqueza e multiplicidade de dons e talentos vinculados a igreja).

Também o texto de Ap. 7 nos revela que a 3ª e 4ª Gerações só são atraídas e vinculadas após a consolidação dos 144 (vs. 9).

Quem são os 144 consolidados:  

  1. Os que captaram a Visão no Espírito

         – Se sentem escolhidos por Deus para este modelo de forma espiritual.

         – Não tem nenhuma dúvida ou conflito interior quanto ao seu chamado nesta Visão específica.

         – Entendem espiritualmente que este é o modelo de Jesus (portanto o melhor) cujo diferencial é o discipulado interpessoal

         – Se sente bem neste modelo e encara todo desafio dele com alegria.

  • São pessoas tementes a Deus

         – Amam a Deus acima de família, trabalho ou dinheiro (Deus está em 1º.).

         – São pessoas que romperam relações com o mundo e fizeram uma aliança com Deus de comunhão e serviço. Ex: Seu prazer está na Lei do Senhor. “Um dia na Tua presença vale mais que 1.000 nas tendas da perversidade.”

         – São pessoas que decidiram honrar a Deus e tomar posse do Seu Reino na terra e no céu (grande recompensa).

  • Que foram batizados em compaixão

         – Sabem qual a importância de salvar vidas.

         – Não conseguem ficar indiferentes em face das necessidades que o mundo vive (miséria, carência, carência de amor, maldição e condenação).

         – Em resumo são pessoas que não conseguem ficar de braços cruzados enquanto vêem outros indo para o inferno.

         – Por causa do seu amor a Deus e as vidas terão um selo de aprovação, colocado por Deus, que os livrará de muitos males (Ap. 7:3 e 4).

  • São homens e mulheres responsáveis e comprometidos com Deus

         – Tem zelo pela obra, não sendo omissos negligentes ou ausentes. São líderes com quem se pode contar, não são virtuais.

         – São pessoas responsáveis com as coisas de Deus, tanto quanto com suas próprias coisas.  Ex: família, trabalho.

         – Tem espírito voluntário e vida disponível para o serviço de Deus.

         – São sujeitos a autoridade divina, e obedecem aos comandos por espontaneidade e  convicção. Ex: vai e ele vai, vem e ele vem.

         Estes discípulos existem, tem nome, identidade e precisam ser legitimados e organizados em equipes de 12 na Segunda Geração.

         Depois de consolidados os 144, há uma liberação de Deus para a conquista das multidões. AP.7:9 “Depois destas coisas olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estavam diante do trono, e perante o Cordeiro, trajando vestes brancas e com palmas nas suas mãos.”

         Quem deseja viver a promessa de ter uma multidão, precisa investir na formação dos seus 12 e dos seus 144.

         Lembre-se que este projeto é do Senhor, é Ele quem realizará este milagre, nós só precisamos crer e perseverar na lapidação das pedras vivas.

Deus te abençoe e multiplique de forma extraordinária.

Aps. Fabio e Claudia Abbud

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Esboço da Célula
O poder da fé e seus princípios

Marcos 11 – 20 a 26

 No caminho de Betânia para Jerusalém, Jesus procurou frutos num pé de figos e não encontrando frutos a sentenciou dizendo: “Nunca jamais coma alguém fruto de ti”. Na manhã seguinte passando eles por aquele lugar viram que a figueira secara do alto até a raiz e muito se admiraram, entre eles estavam os doze de Jesus.

Jesus não fez aquilo por maldade, mas para demonstrar o poder da fé. Ele o fez para mostrar que se crermos no poder de Deus, em nada duvidando, aquilo que determinarmos em oração será realizado.

Se crermos no Deus Criador, no Todo Poderoso, através do seu Filho Jesus então nossa fé se torna um canal de poder e nossa boca adquire poder de vida e de morte.

Quando no vs. 23 Jesus fala de removermos montanhas (superar grandes dificuldades, livrar-se de grandes obstáculos), ele diz que três condições são necessárias:

1o. Dizer à dificuldade que desapareça, Ele falou; aquele que disser a este monte, isto é, é preciso falar, declarar. Pela oração podemos determinar todas as coisas, pois é promessa de Deus que a oração do justo move a poderosa mão de Deus, mas aqui foi acrescido que eu posso falar diretamente para o monte exercendo minha fé e autoridade.

2o. Não duvidar no seu coração: depois que oramos por algo às vezes somos assaltados pela dúvida e pensamentos de que Deus não nos ouviu, ou de que não merecemos o que pedimos, vem nos assaltar (estes pensamentos de dúvida vêm do maligno que quer roubar a nossa fé).

3o. Crer que se fará o que se diz: Preste atenção no tempo do verbo: se fará o que se diz (está no presente) e não o que se disse. A terceira condição é seguir declarando aquilo que foi determinado em oração (ex: se foi feita uma oração por cura, então quem recebeu aquela oração deve seguir dizendo em todo tempo: estou curado, estou curado, até que a cura se manifeste de forma visível ou sensível.

Muitas pessoas pedem algo à Deus ou recebem a oração de alguém por algo específico e logo depois anulam o efeito daquela oração, liberando palavras de sentido contrário ao que se pediu.

No vs. 24 Jesus afirma: tudo quanto em oração pedirdes, creia que recebestes, e será assim convosco.

A palavra de Deus é fiel e poderosa, por isso nossa fé deve firmar-se nela e crer que não há impossíveis quando oramos e mantemos a confissão de nossa fé.

Qualquer problema por mais grave que seja pode ser resolvido, desde que façamos conforme o ensino da figueira (três condições), mas há ainda uma última condição para que este processo funcione e produza milagres.

A condição que pode anular tudo que foi prometido anteriormente é existir alguma mágoa no coração, por isso, no vs. 25, Jesus dá uma “ordem” que é: perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém (contra qualquer pessoa).

Corações que contém mágoa ou ódio contra alguém, não podem ser canais do poder de Deus.

Mágoas impedem a ação do Espírito Santo, por isso é necessário antes de orar para pedir algo, sondar o coração e verificar se há contra pai, mãe, ex-marido, ex-esposa, atual marido, atual esposa, filhos, parentes, amigos, sócios, alguma mágoa ou ressentimento.

Mágoas e falta de perdão são uma fonte de infelicidade, dores e enfermidades e podem também impedir que Deus nos perdoe, como explica o vs. 26: se não perdoardes, também vosso Pai Celestial não vos perdoará as vossas ofensas.

 Quando uma magoa é guardada, se transforma em amargura e isso adoece uma pessoa, ela se torna

tóxica e não se iluda, pessoas tóxicas adoecem os ambientes e todos aqueles que convivem com elas; seja em níveis maiores ou menores. Conversas com pessoas tóxicas liberam uma entrada na mente para elementos nocivos, que em alguns casos se tornam decretos que destroem sonhos, matam projetos e envenena a alma de quem ouve ou convive.

O perdão além de nos aproximar de Deus e nos dar acesso as suas promessas, nos deixa livres e aptos a perdoar e quando o fazemos, acontece uma higiene emocional em nós, nos limpando por dentro e gerando em nós docilidade. Tamanha é esta verdade, que Deus precisou enviar Jesus (seu único filho) ao mundo para que através de sua morte na cruz, os homens e mulheres pudessem ser perdoados e reconciliados com Deus (o Pai), e assim perdoar gerando reconciliação e relacionamentos saudáveis.

O perdão não é um sentimento e sim uma declaração diante de Deus do tipo: eu perdoo. Quando perdoamos devemos dizer o nome da pessoa e na sequencial abençoar para que esta seja também livre, salva, liberta e próspera em nome de Jesus.

Deus quer que o perdão que recebemos dEle através de Jesus possa ser liberado sobre todos que nos ofenderam, como está escrito: o que de graça recebestes, de graça daí.

Prática: Atenção líder da célula:

1) Levar os novos a receberem Jesus como seu único Senhor e Salvador.

2). Levar cada um a refletir se tem alguma mágoa contra alguém. Dê algum tempo para pensarem e declare que o Espírito Santo vai revelar a eles pessoas que precisam ser perdoadas.

3). Após identificarem as pessoas, coloque uma música de fundo (não muito baixa para que as pessoas possam orar sem timidez) e diga que todos orem declarando perdão para aqueles que o Espírito Santo lhes mostrou.

4). Após a oração dos discípulos, os líderes de célula devem orar por todos determinando que seus corações sejam limpos de toda mágoa, suas almas curadas e seus pedidos de orações, por mais impossíveis que pareçam, se realizem em nome de Jesus!

Deus os abençoe, amamos vocês

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